
Dentro do atual contexto político, a formação de blocos econômicos é uma premissa para que as nações se desenvolvam e possam enfrentar o cotidiano. Este artigo analisa a educação Brasil-Argentina no Mercosul sob o olhar econômico, científico/tecnológico, cultural e do meio ambiente. São apresentadas algumas considerações finais para que o leitor reflita sobre a conjuntura atual do binômio educação/globalização e sua complexidade.
O Mercosul é uma tentativa de países da América do Sul de se organizarem, tem simplesmente a incumbência de cumprir as tarefas estabelecidas.
A integração permite fortalecer suas presenças no cenário mundial, pois, no atual contexto econômico mundial, nenhuma nação consegue avançar sozinha. A integração é, sem dúvida, um processo de execução paciente, um caminho longo que, agora, nos novos tempos, torna-se mais possível do que nunca na história moderna das Américas.
O autor salienta que entre todos os esforços de integração da América Latina, o Mercosul se destaca de maneira especial, porque busca constituir um mercado comum, com a livre circulação de bens, serviços educacionais, capitais e mão-de-obra. O Mercosul representa o esquema de integração de maior potencial na América do Sul, o que leva a uma aproximação progressiva entre Brasil-Argentina e o Mercosul.
Implica no respeito às características das nações-partes e na rearticulação das relações existentes. Começa-se a formar uma consciência de companheiros/irmãos entre Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai. Esta cultura da integração é primordial para o sucesso da integração.
Considerando que o Mercosul é uma realidade desafiante, cujos aspectos favoráveis há necessidade de construir e/ou reconstruir caminhos junto às Universidades Públicas e Privadas no processo de homologação e convalidação automática de diplomas e títulos. Estão comumente engajadas para a resolução dos problemas políticos, econômicos, sociais e culturais, e ambos paises participam dessa integração fazendo incursões decifram e medem a capacidade das regiões fronteiriças. No papel de aprendiz o estudante universitário, profissional liberal, será também o responsável do seu processo de DESENVOLVIMENTO CULTURAL entre estes países. Seja parte dessa história!!!